Archive for Dezembro, 2011

lua minguante pessoal

Dezembro 18, 2011

Quero me livrar do caos. Não tem como.

To com vontade de tomar um dois trinta banhos pra ver se sai tudo de mim, lavar todas as dobras com uma bucha e muito sabao pra lavar tudo, lavar bem o cabelo, arranhar o couro cabeludo, todos os dias, os cantinhos da unha do dedao do pé, passar fio dental,  escorrer um sal grosso e limpar todos os cantos do box, nao deixar um pedacinho de lodo começando a se formar, um acaro prejudicial, limpar, limpar me livrar.

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Clara & Carmen

Dezembro 13, 2011

Agora no meu período de ócio criativo e de continência voltei os olhos mais do que nunca para a inspiração que me despertam as duas musas: Clara e Carmen.

Para me acalmar a ansiedade e ajudar a juntar forças, Clara cantou:

Todo mundo quer subir
A concepção da vida admite
Ainda mais quando a subida
Tem o céu como limite
Por isso não adianta estar no mais alto degrau da fama
Com a moral toda enterrada na lama
 

Daí veio a Carmen e me alertou:  Quem não tem balagandãs não vai no Bonfim

Devo algum dia ter gatas com os respectivos nomes como uma simplória homenagem.

(Autor desconhecido)

Dezembro 10, 2011

“Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor, português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirenéus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potras. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo… Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses.
-Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
-Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:
– Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?
– Papai – proferiu Pedro Paulo – pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro!
Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando… Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar… Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.”

 

forever alone

Dezembro 10, 2011

remédio pra solidão é cozinhar

 

ps: acho muito brega a palavra solidão.

o ponto de partida é a morte

Dezembro 9, 2011

dos outros.

http://goinswriter.com/travel-young/

http://www.upgradereality.com/100-reasons-to-travel-the-world

http://www.friendshipforcedallas.org/7_reasons_to_travel.htm

http://thetravelersway.com/best-reasons-to-travel/

 

Arigato 🙂

por que não escrevo nada?

Dezembro 1, 2011

nada me inspira

nada me anima

nada vem me chacoalhar.